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Testando 1, 2, 3: Frizz Ease John Frieda

Thursday, May 26th, 2011

Alô, meninas, como tem passado? Gostaram dessa foto? Achei meu olhar levemente sedutor e misterioso na medida certa…já tava pensando em colocar ela no meu Twitter quando percebi a empregada ENTRONA na foto. Olha, é uma revolta. Nós não podemos nem tirar fotos em paz sem essa gente pobre perseguindo…

DEMITI.

E não foi nem por isso, vou contar uma longa história que demonstra que essazinha fez coisa muito, muito pior: todos nós sabemos que minha coluna está sendo um sucesso. E tudo isso graças a duas coisas muito simples: fãs amorosas e pelos hidratados. Pelos hidratados são o segredo do sucesso.

Eu, por exemplo, quando ganhei minha coluna fixa no Fashion Descontrol, fiquei apavorado: como seria fotografado em frente a toda rede blogayra brasileira com os pelos sem brilho e sem vida? Fui me inteirar sobre esses produtinhos capilares tão maravilhosos que existem por aí. E nessa rede tão bonita, fiz muitas amigas e conheci a grande dúvida da humanidade:

AFINAL, JOHN FRIEDA É BOM OU É RUIM?


Porque afinal, gente de cabelo ruim que subiu na vida, já corre  comprar um shampoo melhorzinho, um finalizador de qualidade…

E logo a gente esbarra com essa opção incrível que é o John Frieda e dá-lhe procurar resenha. Aí vem aquela metade dizendo que o produto é bom, metade dizendo que o produto é ruim – a gente não sabe mesmo o que fazer.

Aí não tive dúvida: testei no cabelo da empregada! É simples, é barato e é pra isso que ela ganha. Comprei um Frizz-Ease da John Frieda que prometia fazer uma barreira contra a umidade e combater esses efeitos rebeldes que aparecem na nossa pelagem.

Logo que apliquei no cabelo dela (com luvas descartáveis, é claro) tive a visão do inferno: ela virou uma cruza da Elba Ramalho com a Gal Costa que foi difícil de aceitar.

Galzinha toda te querendo

No mesmo dia vi minha foto com a entrona e saí de mim! Cabelo ruim e comportamento suburbano são duas coisas inaceitáveis. Demiti, é claro, e com gosto. E mandei com o produto embora da minha cobertura porque EU NÃO SOU OBRIGADO.

Mas voltando ao John Frieda…ser ruim no cabelo dela, significa que é ruim pra todo mundo? Olha, amiga não tem nada a ver uma coisa com a outra: a questão é que o cabelo da vássala é seco de dar dó. E John Frieda não combina com cabelos secos. Jamais (com pronúncia francesa, por favor).

Aliás, falando em França liguei hoje a tarde mesmo pra minha amiga Isabelle (pra dar uma desabafada de todo esse stress emocional) e ela me contou que usa John Frieda faz anos e nunca teve problemas – o cabelo dela é puro luxo com o produto. Pra ela funciona, porque o cabelo dessa bonita tem um nível de oleosidade normal.

E é essa é a lição de hoje, minhas amigas:

Se um produto capilar é caro e não funciona em você, ruim é seu cabelo e não ele.

Rezemos todos pra não ter cabelo ruim, né mesmo? RSRSRS

Beijos apaixonados e até a próxima semana!