11 truques para limpar a casa de forma mais ecológica

1. O limpeza ecológica? Comece por não sujar


Uma limpeza da casa mais sustentável com o planeta, não só tem em conta que limpamos, mas como limpamos. E a primeira recomendação é evitar a sujeira. Gestos como não usar os sapatos de rua no interior de casa, usar capachos e até mesmo escolher o vestuário de trabalho e aventais para cozinhar ajudam a não sujar tanto. A chave é usar o senso comum e fazer a limpeza doméstica um ato consciente.


2. Uma limpeza mais consciente com o planeta


A limpeza ecológica implica conhecer primeiro os riscos que alguns detergentes provocam no meio ambiente. Os produtos de limpeza não ficam em casa: através da rede de drenagem chegam aos rios, lagos e costas, o que pode representar uma grave ameaça para a vida selvagem.


Muitos detergentes convencionais para uma máquina de lavar louça, além disso, utilizam-fosfato, um composto que destrói o oxigênio de lagos e lagoas (processo chamado de eutrofização em ecologia). O aumento da concentração de fósforo na água provoca um crescimento descontrolado de certos tipos de algas, que, ao morrer e sedimentarse, se decompõem e esgotam o oxigênio das águas do fundo. Esta falta de oxigênio causa a morte de plantas e peixes.


3. Limpe pouco e mais vezes


Refletir sobre as exigências de limpeza também ajuda a manter uma higiene mais sustentável em casa: algumas tarefas mais frequentes com produtos suaves podem evitar a necessidade de limpezas em profundidade, que exigem detergentes mais concentrados.


4. Escolha produtos de limpeza naturais ou ecológicos


Os produtos de limpeza, juntamente com outros itens do cotidiano, como perfumes, produtos de cuidados pessoais, pinturas e pesticidas, já são responsáveis por metade das emissões de compostos orgânicos voláteis para a atmosfera (poluentes do ar que aumentam a concentração de ozônio troposférico, muito perigoso ao respirarlo) nas cidades, segundo um estudo publicado na Science.


Usar produtos de limpeza naturais, ou, na sua ausência, produtos ecológicos, para as tarefas domésticas , reduz a quantidade de lixívia utilizada, bem como de outros produtos não sustentáveis para o planeta com cloro, conservantes (parabenos) ou fosfatos, que podem não só prejudicar a saúde, mas que também prejudicam os ecossistemas silvestres.


5. Um detergente eficiente deixa menos resíduos no ambiente


Quando se tem que escolher um produto limpador, é melhor optar por um detergente de alta performance que seja o mais eficiente possível. Deste modo, você terá que usar uma menor quantidade de produto para conseguir o mesmo resultado, por isso que você não vai conseguir reduzir a poluição da água e também deixar menos resíduos. Além disso, os detergentes mais eficientes permitem economizar: se você precisará comprar menos, o que reduzirá a quantidade de embalagens que acabem no lixo.


6. Reutilize as embalagens e (quando possível) comprar a granel


Se se consegue comprar a granel, o produto limpador, você pode reutilizar o recipiente e, de novo, deixar menos plástico no ambiente.


7. Use somente a dosagem necessária


Os detergentes atuais são cada vez mais eficientes, o que, para diminuir a quantidade de produto deve lembrar-se de não ultrapassar as doses recomendadas na embalagem. Este gesto permite poupar dinheiro enquanto você cuida do meio ambiente.


Outra dica é reduzir a utilização de detergentes especiais (como detergentes para roupa delicada), já que implicam um maior emprego de produtos de limpeza e acúmulo de produtos na habitação.


8. Como Detergentes mais sustentáveis? Melhor, sem cheiro


Os produtos de limpeza perfumados fazem com que a casa cheire a flores ou pinho, mas isso nem sempre significa que a casa esteja limpa. Alguns desses perfumes artificiais presentes nos detergentes levam ftalatos (poluentes hormonais) para fixar aromas artificiais. Há que ter muito em conta quando se escolhe um aromatizante sintético e até mesmo o amaciante de roupas.


9. Um pano úmido, aliado a limpeza ecológica


Limpar o pó ou esfregar o chão com mais frequência, e ajudando-se de um pano úmido, é uma forma simples de reduzir o uso de produtos de limpeza em casa.


10. Areje (pelo menos) duas vezes ao dia


Ventilar pelo menos duas vezes ao dia, a moradia, ajuda a diminuir a concentração interna de poluentes. A aeração reduz as quantidades de partículas acumuladas em casa, em especial as partes finas e finas, que se comportam de forma semelhante aos compostos facilmente voláteis, gases ou vapor de água.


11. O líquido de limpeza ecológico da avó: soda e vinagre


Os produtos de limpeza ecológicos caseiros, como o sabão de soda cáustica ou o vinagre com o que nossas avós feita da madeira, são produtos mais saudáveis, mais baratos e, além disso, não poluem o meio ambiente. O sabão de soda cáustica, por exemplo, é um produto de limpeza tradicional que foi produzido com banha de porco, água e hidróxido de sódio (soda cáustica). A reação dos ácidos graxos e do hidróxido de sódio, conhecido como reação de saponificação, formam-se sais sódicas de ácidos graxos, as moléculas características do sabão que atuam como agentes capazes de dissolver-se na água substâncias hidrófobas, como a gordura. São produtos que se podem comprar, e até mesmo fazer a si mesmo, para limpar de forma mais sustentável.

14 dados para conhecer e ter mais saudável, mais o teu coração

Entender a anatomia cardíaca é fundamental para compreender as doenças do coração. Este se encontra no lado esquerdo do peito, perto da parte média. Tem a forma de um cone invertido, mede cerca de 12 cm de comprimento e pesando entre 250 e 300 gramas.


Se eu tivesse que descrevê-lo em uma breve frase de dizer que é a única peça que é essencial que cuidemos do nosso corpo“, confessa, em uma entrevista com Infosalus a cardióloga Letícia Fernández-Friera, que foi escrito junto com seu marido e também cardiologista, Jorge Solís, ‘A saúde do seu coração’ (Esfera dos Livros), um livro para prevenir, curar e investigar sobre o coração, e a partir do qual detalha uma série de dados sobre esse órgão, que talvez te interessem:


1.- O coração bate cerca de 70 vezes por minuto, mas adapta a sua frequência de acordo com as circunstâncias.


2.- Como saber que o nosso coração está doente? “Muitas vezes dá sintomas, como dor, fadiga, afogamento, ou bate mais depressa e dá palpitações. São os chamados ‘sintomas de alarme’, embora, por vezes, pode ter a doença sem que o saibamos. Por isso há que chequearlo se temos fatores de risco”, explica a especialista.


3.- Isso sim, adverte para o fato de que, enquanto a idade, o sexo e a história familiar são fatores de risco que não podem mudar, há outros fatores, como a hipertensão arterial, a diabetes mellitus, hipercolesterolemia, o tabaco, a obesidade e o sedentarismo, que se podem controlar.


4.- O coração tem 4 cavidades: duas superiores (átrios) e duas inferiores (ventrículos). O músculo cardíaco tem a capacidade de contrair-se (sístole) para poder empurrar o sangue por nosso organismo e relaxar (aorta) para coletar o sangue.


5.- Diretrizes para cuidar da saúde do nosso coração: dieta, exercício físico, comer com pouco sal, comer poucos produtos pré-cozinhados, embalados, controlar as gorduras saturadas na carne vermelha e produtos de charcutaria, fazer exercício físico regular (ao menos três vezes por semana, 30 minutos), controlar a tensão e o açúcar na ilha do sal, não fumar, e que o colesterol está mais baixo, além de acompanhar muito o colesterol ruim .


6.- As artérias do coração são principalmente dois: a artéria coronária esquerda e a artéria coronária direita.Temos quatro válvulas (aórtica, pulmonar, mitral e familiar) que permitem dirigir o sangue dentro do coração.


7.- O coração tem o seu próprio sistema elétrico para criar estímulos e poder se contrair e relaxar.


8.- O sistema cardiovascular permite que o sangue rico em oxigênio seja bombeado pelo coração para chegar a cada canto do nosso corpo e volte pobre em oxigênio para os pulmões para fazer o intercâmbio gasoso.


9.- O coração da mulher é menor do que o do homem e batendo mais depressa do que o dele. Além disso, os sintomas de alarme nas doenças do coração são diferentes e variam de acordo com o sexo. “Por isso, há maior dificuldade para reconhecê-los.


Quando uma mulher chega ao hospital para consultar um problema do coração chega mais tarde do que o homem, por isso, a mortalidade é maior do que a do homem”, precisa, ao mesmo tempo em que destaca-se que a primeira causa de morte na mulher é a doença cardiovascular, superando até mesmo o câncer de mama.


10.- A mudança de hábitos na vida da mulher, o aumento do tabagismo, a falta de conciliação familiar e sua autoexigencia, são algumas das razões que têm contribuído para que o ataque não seja apenas um problema de homens.


11.- Após a menopausa, o risco de doença cardiovascular aumenta.


12.- É necessário consultar quando surgem os sintomas (dor no peito, asfixia, náuseas) para evitar complicações e melhorar o prognóstico do infarto do miocárdio em mulheres.


13.- Na gravidez, o coração se adapta de forma fisiológica , aumentando o gasto cardíaco e a frequência cardíaca, diminuindo a tensão arterial e sofrendo alterações na coagulação.


14- As células que o formam, embora se possam morrer porque não chega sangue a elas, por exemplo, um infarto, têm a capacidade de regenerar-se. E se, por exemplo, o infarto chega ao coração logo essas células podem se regenerar. Crescem e se modificam. “É um órgão dinâmico”, comemora a cardióloga.

8 dicas para escolher bem seus óculos de sol

Cuidar de nossos olhos é fundamental, pois são para toda a vida. Agora que chega o bom tempo e estamos mais expostos a luz solar é muito importante escolher um bom óculos de sol, pois, como dissemos antes, os olhos são para a vida toda, e não qualquer par de mercado serve para prevenir os danos do sol.


“Passamos muito tempo em frente ao sol e o olho pode ir sofrendo através dessa luz ultravioleta, que pode danificar a pele, mas também pode danificar o olho e é muito importante trazê-los bem protegidos”, afirma em uma entrevista com Infosalus a presidente da Sociedade Internacional de Optometria do Desenvolvimento e do Comportamento (SIODEC), Glória Hermida.


A especialista considera que é a hora de proteger os nossos olhos da luz solar é imprescindível o uso de óculos de sol quando se vai para a neve, já que podem ocorrer queimaduras no olho, frente a um poderoso reflexo da luz solar, e de preferência, recomenda os cristais de categoria 4.


A longo prazo, são muitos anos e horas de exposição ao sol. Quanto mais protegidos tenhamos os olhos, melhor. É necessário filtrar a luz ultravioleta“, insiste a nada.


Com tudo isso, enumera os principais conceitos que temos de atender na hora de escolher um bom óculos de sol, assim como os erros que não deve cometer:


1.- Sempre escolhe-las seguindo o conselho do optometrista, e comprá-las em um estabelecimento óptico, já que existem muitos tipos de intensidade do filtro. “Há quatro categorias: a 4 é a mais escura, que é usada sobretudo para a neve; e a 3 é a mais comum e tem quase todos os óculos; e a 2 e a 1 são lentes menos coloridas e deixam passar mais luz. Em função da necessidade que temos deve-se usar umas ou outras”, esclarece.


2.- É necessário que tenha filtro UV. Qualquer óculos que é vendido dentro de uma ótica cumpre com os requisitos contra a luz ultravioleta, que é o que pode prejudicar os olhos, mas fora de um estabelecimento óptico não se garante que este esteja presente no vidro.


“Levar uma lente escura e sem este filtro pode danificar muito o olho porque quando há escuridão, a pupila se amplia e deixa passar mais luz. Então com esta lente sem filtro UV entra muita luz, nossa pupila estará muito grande, e você estará prejudicando seriamente a nossos olhos”, esclarece.


3.- Quanto aos tons, Hermida aponta que, em geral, os míopes enxergam melhor através das lentes coloridas em marrom, enquanto que os hipermétropes através das cores verdes. Também diz que há lentes com muita curvatura e há pessoas que não o toleram. Por isso, aconselha-se seguir as recomendações do optometrista em todo momento.


4.- Na hora de escolher óculos e cristais, diz que há tipos diferentes de materiais, o mais importante é atender as lentes, que as há de vidro e orgânicas. Antigamente se usavam mais as lentes de cristal, mas agora geralmente todas são orgânicas. Estas se caracterizam, principalmente, porque se você cair o vidro da lente não está quebrado, e, além disso, porque pesam menos. De fato, destaca-se que em lentes graduadas, o vidro está em desuso.


5.- Se a ideia é comprar um óculos com lentes polarizadas Hermida sustenta que não está mal pensado. “É uma grande vantagem, sobretudo para as pessoas que levam muito ou estão no mar, porque polarizan a luz e eliminam muitos reflexos e brilhos”, adverte.


6.- Se você está barajando a opção de uma lente, espelho, porta-voz de SIODEC destaca-se que, embora se trate mais de estética e estas não influenciam negativamente a saúde visual, sim assinala que, “o único”, trata-se de lentes que você tem que cuidar um pouco mais, porque se nota mais a deterioração da lente, os rayajos.


7.- Exatamente, adverte que na hora de comprar óculos muitas vezes só olhamos para a parte estética, e não seguimos as indicações do nada, quando o que deve prevalecer é a nossa saúde visual.


8.- Em sua opinião, o erro mais grave” na hora de comprar os óculos, é fazê-lo fora de um estabelecimento óptico porque não contamos com o aconselhamento necessário para escolher uma boa vidro e porque se desconhecem as condições ou características adequadas de vidro, geralmente de pior qualidade, e com mais bilhetes para prejudicar nossos olhos.

5 porquês que as plantas no escritório sejam benéficas para a saúde

Mesa de escritório com uma planta

As plantas melhoram a aparência de qualquer quarto, sem dúvida. E não diz, mas bem de quem as colocou e cuida. Até aqui tudo bem… Mas é que há muito mais. Existem alguns estudos que sugerem que colocá-los na mesa de trabalho traz benefícios reais para a saúde.

Helena fernandes da costa pereira, consultora em Jardinagem e Plantas de Interior, que nos conta abaixo, o que a ciência nos diz.

1. Melhoram a qualidade do ar

O mobiliário de escritório, tapetes, materiais de construção e os produtos de limpeza são fatores que influenciam para o mal– a qualidade do ar e podem acabar gerando dores de cabeça, problemas respiratórios, tontura e fadiga. Algo de isso lhe é familiar?

De acordo com um estudo realizado pela NASA em 1989, as plantas ajudam a limpar o ar de um escritório. Os autores identificaram 107 componentes orgânicos voláteis na estação espacial programa skylab, que eram prejudiciais para a saúde. E também identificaram certas plantas de interior que os removiam do ambiente, basicamente porque purificaban o ar.

Fitas

©Pick Ontário

2. Minimizam o estresse…

Muitos de nós estamos submetidos a grande pressão no trabalho, e ninguém lhe soa estranho já o elevado número de trabalhadores que o confirma. E o caso é que comprar uma planta para a mesa pode ser muito mais eficaz do que a familiar bola anti-stress.

Para uma pesquisa na Washington State University, solicitou-se aos trabalhadores que efectuaran determinada tarefa, com e sem plantas ao seu redor. Quando as tinham, de perto, os participantes ficaram mais produtivos, estavam menos estressados e desfrutavam de pressões arteriais mais baixas. Da próxima vez que se preocupa com a entrega de algum trabalho específico, desça até a loja para comprar algo de verde.

Drácena em um vaso

Drácena

©Ambius

3. … e a prevalência de doenças

Pensa que você é um ímã para os micróbios que há ao seu redor? Pois também as plantas podem ajudá-lo com isso.

Um estudo norueguês mostrou que a prevalência de doenças caiu mais de 60% em escritórios que tinham plantas em relação com as que não tinham nada verde.

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4. Melhoram a produtividade

Vaso de cima de sua mesa não só irá ajudá-lo a ficar mais relaxado, mas que vai torná-lo mais eficiente. Até 15% a mais, segundo uma pesquisa da Universidade de Exeter.

Kentia

Kentia

©Vimeplant

A explicação que deram os cientistas é que um escritório verde melhora o compromisso dos trabalhadores com a empresa, porque se sentem mais envolvidos no trabalho, tanto física e cognitiva como emocionalmente.

5. Aumentam o conforto

Os escritórios idealmente deveriam ter determinada temperatura e umidade ambientais. Idealmente… A realidade é que muitos locais de trabalho estão acima, ou abaixo, do estabelecido como ideal, em todos os verões mais quentes ou invernos mais frios. E se a umidade ambiente cai –ou seja, se não seca o ar, o que pode atrasar a nossa actividade.

Poto

Potho

©Pick Ontário

De novo, foi a Washington State University quem investigou se as plantas podiam ajudar também neste ponto. E concluiu que as plantas de interior aumentam a umidade ambiente, tornando o local mais confortável para os funcionários.

O que plantas escolher?

Obviamente, nem todas as plantas sobrevivem em um escritório. Algumas, como margaridas e as diversas palmeiras precisa de muita luz, o que as torna adequadas em gabinetes com janelas como Deus manda. Mas os filodendros, por exemplo, que vivam em ambientes sem tanta luz, o que os torna aptos para esses ambientes. Ouçamos de novo a Elena fernandes da costa pereira:

“O ideal é que você consulte com o florista seu caso particular ou consulte a etiqueta de plantas que você gosta, para ver se são adequados para o seu escritório. Como diretriz básica, sugiro as opções abaixo, que são os “valores seguros”, de archidemostrada adaptação à interiores:”

Spatifilum

Spatifilum

©InJoy Organics

  • Spatifilum (Spathiphyllum wallisii)
  • Fitas (ou laços de amor, Chlorophytum comosum)
  • Kentias (Howea forsteriana)
  • Pothos (Epipremnun aureum)
  • Troncos do Brasil, como a Dracena messangeana

Netdoctor.é Atualizado: 07-02-2017 Revisado por: Helena fernandes da costa pereira – NetDoctor , ,

Alopecia androgenética: calvície comum

O que é?


Laalopecia androgenética, a calvície comum em homens do ypérdida hereditária em mulheres, é um traço comum do ponto de vistagenético, produzido pelos androgênios em homens e mulheres sensíveis a eles.É a causa mais comum de perda de cabelo, tanto em homens como enmujeres.


A alopecia, ou calvície, tienediferentes padrões de lançamento.


Começa em laadolescencia ou no início da idade adulta, em ambossexos e, muitas vezes, expressa-se por completo ao redor dos 40 anos deedad.


De acordo com várias estatísticas, afetaria a alrededorde 25% dos homens entre os 25 e 35 anos, 40% dos maiores de 40años e a 50% dos maiores de 50 anos, aumentando o percentual a medidaque consideremos grupos etários mais avançados. As mulheres podem verseafectadas em torno de 28%, embora não existam estudos amplos alrespecto.


No passado, a calvície costumava considerarsealgo infeliz ou não desejado. No entanto, esta atitude mudou com losaños e, na atualidade, uma cabeça raspada pode considerar-se mesmo comoalgo moderno e atraente.


Saber mais


Consulte a nossasecção ‘pele’ otrosproblemas frequentes como lacaspa


Qual é a causa e como seproduce?


Na alopecia androgenética, o fenómenofundamental, tanto no homem como na mulher, é a miniaturizaciónprogresiva do folículo piloso em determinadas áreas do couro cabeludo, queacaba transformando-se a partir cabelo terminal (pelo próprio delcuero cabeludo a partir dos 3-4 meses de idade, queresulta da transformação do pêlo corporal após o efeito de losandrógenos) ao pêlo, e finalmente desaparece. Trata-Se de um procesoespontáneo e irreversível e que costuma-se iniciar desde a adolescência, debidoal elevação do número e actividade dos androgénios. Existem variosandrógenos que podem agir sobre o folículo com um grau de actividaddiferente, sendo o mais ativo o hormônio dehidrotestosterona.


As áreas sensíveis à actividade dos androgénios são zonamedia por cima da testa e a cabeça do homem, e toda a zonasuperior e central da cabeça da mulher, estando o grau de sensibilidady, portanto, a tendência ao desenvolvimento de uma alopecia androgenética,determinada por uma herança que se transmite de pais a filhos com unaintensidad variável (a famosa tradição familiar).


Elpatrón de alopecia androgenética em homens varia desde a acentuação das entradas, passando pela perda difusa na área média acima de lafrente e/ou de alto da cabeça, até a perda de todo o cabelo, exceto ellocalizado nas margens posterior e laterais da cabeça. A diferenciafundamental com as mulheres é que elas não chegam a ficar completamentecalvas. As mulheres apresentam uma perda difusa do cabelo, muitas vezes com másafectación na região central superior, sem recuo da linha deimplantación do cabelo, e é possível que fique visível o couro cabeludo.


Portanto, a alopecia androgenética, ocorre unacortamiento e afinamento dos cabelos, que são chamados de cabellosminiaturizados. Estes cabelos mostram uma perda importante de diâmetro ylongitud e são o traço definidor da alopecia androgenética. A calvicietransforma um cabelo longo, espesso e pigmentado, em um cabelo fino, mais claroy velloso.


Como é diagnosticado?



  • Para realizar um diagnóstico adecuadoy bem sucedido da alopecia androgenética, é fundamental que o seu médico realiceun interrogatório correto sobre os possíveis antecedentes familiares ypersonales.

  • Também se deve ter em conta laposibilidad de que a alopecia androgenética apareça associada a otrostrastornos capilares.

  • Podem existir outras formas dealopecia que surgem junto à alopecia androgenética.

  • Outros tipos de alopecia que podem suscitar confusão com a alopeciaandrogenética são: eflúvio telógeno, o eflúvio anágeno, a alopecia por tração,síndrome do anágeno solto, alopecia produzida porfármacos, alopecia areata difusa, etc.

Consultas almédico


Veja em nossa seção “Pergunte ao médico’ algumas preguntasde nossos usuários:


Qual é o tratamento da alopecia androgenética?


O tratamento da alopecia é um dos grandes desafios de lahumanidad. É um paradoxo que um processo com tinturas fundamentalmentecosméticos, despertar uma preocupação tão profunda entre o génerohumano.


Os tratamentos empregados com maior frecuenciason:


Productosplacebo


Entendemos por placebo, aquela substância que,inexistindo, por si mesma de ação terapêutica, produz algum efeito curativo siel que o recebe está convencido de que a substância tem realmente talacción. Mas não são placebos, no sentido estrito, o mercado se encuentrasaturado de preparados à base devitaminas e princípios imediatos, que tendem afortalecer o cabelo. Sua utilidade é mais do que duvidosa, já que realmente só sebeneficiarían de seu uso aquelas alopecias secundárias a um déficitdeterminado.


Minoxidil


Atua aumentando a espessura do tallopiloso, assim como diminuindo a porcentagem de fios em fase de queda. Se utilizaen diferentes concentrações, e muitas vezes associada a outras substâncias para aumentar a sua eficácia.


Finasterida


É um fármaco administrado por víaoral que bloqueia a passagem de testosterona a dehidrotestosterona, que é lahormona responsável, em maior medida do que a alopecia androgenética. Se utilizatambién no tratamento de lahiperplasia benigna da próstata. Foi demonstrado quedetiene, em grande medida, alopecia e, em uma proporção importante de homens,estimula o crescimento de novo cabelo.


Antiandrógenos por via oral


Nas mulheres podem ser usadas antiandrógenos por via oral:acetato de ciproterona ou flutamida. Reduz a queda e a seborreia.


Tratamientosquirúrgicos


Podem-Se realizar transplantes de cabelo,em que se implantam cabelos provenientes de zonas posteriores olaterales de cabeça para o mesmo paciente. Além disso, existem outras técnicasvariables de acordo com a extensão e localização da alopecia.

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Quais são as medidas sepueden tomar em casa?


Cada qual deve decidir como influyela alopecia em sua vida. A alopecia androgenética afeta uma grande parte de lapoblación masculina e cada pessoa reage de uma formadiferente.


É importante tentar aceitar este tipo dealopecia. A calvície é um processo biológico e, como tal, pode parar oretrasarse, mas nunca se curar.

Dr. Flemming Andersen, especialista em Dermatologia. Dr. James Ferguson, especialista em Dermatologia. Atualizado: 28-02-2017 Revisado por: Dr. Daniel Candelas Prieto, especialista em Dermatologia,

10 dicas originais para economizar na praia

1. Economizar na viagem para a praia, ao conduzir mais devagar

Quanto dão as férias já está ansioso para chegar à praia. Porém, é necessário parar para pensar e dar o freio à paciência e ao acelerador. Desta forma, você irá poupar antes de chegar ao destino costeiro. Como? Se conduzir a uma velocidade de 10 km abaixo do limite, consegue-se uma economia de combustível de cerca de 8,3%, segundo o site de segurança rodoviária segurança viária. Além disso, com uma condução tranquila e sem acelerones, pode-se reduzir o gasto com combustível em até 4 euros por cada 100 quilómetros.

  • Aqui há outros truques para poupar quando se conduz.

2. Economizar na viagem para a praia com a comida

Se a viagem é longa, deve-se parar a cada duas horas para descansar. Mas isso não quer dizer que tenha que comer na estrada, onde uma refeição familiar para quatro pode atingir os 50 euros. Tomar um café ou um refrigerante basta, e você pode almoçar no carro durante o trajeto. Lanches e sanduíches, mais algumas peças de fruta, podem formar um excelente menu, e muito barato!

Imagem: Visit St. Pete/Clearwate

3. Poupar com um equipamento próprio para construir castelos de areia

Espátulas velhas para pintar, pincéis, bandeiras de aniversário, copos de plástico ou moldes de cozinha que já não se usam. Reciclar os cacharros antigos que se acumulam nas gavetas é uma boa ideia para a construção do mais belo castelo de areia sem gastar nem um euro.

E se você não tem este tipo de material para poder recicle ou descarte esta opção, convém comprar em um site barato da cidade dos brinquedos que podem ser utilizados em férias e levá-los até a praia. Nas lojas e barracas de praia sempre serão mais caros!

4. Economizar com água fresca conduzida de casa

Os 1,50 euros que podem cobrar por uma garrafa de água em um bar não é muito dinheiro. Mas se multiplicarmos esse valor por cada dia de praia e cada membro da família pode ser uma fortuna! Sobretudo tendo em conta que em uma loja a água é muito mais barata e que não custa nada levá-la até o arenal já comprada.

Para que a água se mantenha fresca durante horas, uma boa idéia é ter congelado previamente em casa. Além disso, levá-la gelada ajudá-lo a manter fresca alguma peça de fruta que você escolheu para beliscar entre as refeições.

5. Economizar ao escolher a praia destinos menos conhecidos

Por que são tão caros os destinos mais conhecidos? Porque todo mundo vai lá! Um lugar não se coloca apenas de moda por capricho, mas por seu charme e beleza, suas águas limpas… mas há centenas de arenales. E muitas vezes as praias mais desconhecidas, são, além de sites mais baratos, que acabam por gostar mais.

Imagem: Olichel

6. Economizar com comida caseira

Antes de sair de viagem, para ser instalado em um apartamento, teria que estocar a maior parte de suprimentos básicos que são necessários para passar as férias. A maioria dos establecmimentos de praia -mesmo os de custos mais baixos- suba seus preços no verão e não tem sentido pagar mais pelos mesmos produtos. Creme solar, água, leite, sucos, biscoitos, etc. podem levar junto com a bagagem, enquanto que os produtos frescos são comprados no destino de praia. É assim que se economiza muito dinheiro!

  • Aqui há outros truques para poupar dinheiro ao fazer a compra.

7. Poupar com um orçamento

Quase nunca é feito em férias, mas estabelecer um orçamento é tão importante para levar a rotina diária para os dias que se passam fora. Há centenas de maneiras de organizar quanto dinheiro se destina para cada jornada, mas um método muito simples é dividir o orçamento por dias e colocar o destinado a cada dia em um envelope. Assim, você terá um limite diário e nunca será gasto no início planejado para todas as férias.

8. Economizar com estacionamento na praia

Muitas vezes, ao redor das praias é muito difícil estacionar, por isso que os estacionamentos não alteram seus preços. E muitos municípios, inclusive de cidades pequenas, implantaram a zona azul nesses lugares. Para evitar pagar custos exorbitantes, você pode deixar o carro em casa e chegar até o arenal a pé ou de bicicleta ou perguntar no posto de turismo municipal como acessar a praia em transporte público.

Se fica muito longe e não há mais remédio que usar o carro, é útil perguntar até que horas se aplica a taxa de pagamento -em alguns sites às 18:00 horas termina a zona azul – e aproximar-se da praia as tardes. Vai ser tão divertido, haverá menos pessoas e se pode apreciar o pôr-do-sol na praia!

Imagem: yanlev

9. Economizar em viagens com amigos

Para que as férias saiam mais baratas você pode ir para a praia com os amigos ou familiares e compartilhar despesas. O aluguel de um apartamento e a comida sairão muito mais baratos. Além disso, quando se vai em grupo, poupar muito dinheiro em atividades. Realizam-Se mais um jantar relaxante em casa, se praticam esportes na praia, passar o tempo com jogos de mesa, etc., e não se visitam os locais de entretenimento como o cinema, as pistas de bowling ou mini-golfe.

10. Poupar nos presentes de lembrança

Todo mundo gosta de ter uma lembrança de seu local de férias, mas, em geral, as lembranças são de baixa qualidade e nem sempre agradáveis. Ao final, acabam quebrados ou armazenados pouco tempo depois de tê-los comprado. Em seu lugar, podem-se fazer algumas fotos ou que as crianças façam desenhos de praia e férias. Depois, você pode comprar um quadro bonito e lhe dar um retrato familiares e amigos ou decorar as paredes da casa com estes agradáveis recordações.

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10 livros para que as crianças sejam mais solidários

1. A que sabe a lua?


Este livro da editora Kalandraka está especialmente recomendado para primeiros leitores cuja estrutura baseia-se na repetição e o acúmulo de personagens. Escrito e ilustrado em 2011 pelo polonês Michael Grejniec, esta obra mostra que as coisas compartilhadas sempre sabem muito melhor e que os sonhos podem se tornar realidade graças à união e a cooperação.



Qual o argumento? Na floresta, todos os animais desejam descobrir a que sabe a lua: se era doce ou salgada. Todos tentam pegá-la, alongando o pescoço, as pernas e os braços até que a tartaruga teve uma ideia genial e disse ao elefante: “Se você vai subir à minha volta, talvez cheguemos à lua”.


2. Filipinas: três histórias de acordar


Este livro foi publicado em 2016 por Oficina de Solidariedade. Com ele, a ONG pretende mostrar a realidade em que vivem muitas mulheres nas Filipinas e promover valores como a solidariedade através do comércio justo e a importância de construir um futuro em que a igualdade de gênero deixe de ser uma utopia.


Oficina de Solidariedade foi editada esses contos solidários como ferramenta educativa para que sejam distribuídos de graça entre as escolas, brinquedotecas e bibliotecas de 13 províncias espanholas. Editadas pela Fundação SM, são um despertar da consciência em questões como o acesso à educação, as condições de desigualdade no acesso ao mercado de trabalho das mulheres e o impacto que os desastres naturais têm na vida da população mais vulnerável do país.

Imagem: Oficina de Solidariedade

3. Cada família, com o seu ar


A solidariedade começa por aceitar que somos diferentes e que a pluralidade há neste mundo mais enriquecido. O livro ‘Cada família, em seu ar. O grande livro das pequenas diferenças’, adentra a diversidade das configurações familiares: famílias nucleares, monoparentais, LGBT, que vivem na tribo, sem filhos, misturadas e sem misturar. Sua autora e ilustradora Béatrice Boutignos nos sobre a diversidade e a normalidade das tipologias de famílias onde todas as crianças vivem amados nelas. Um livro publicado em 2016 pelo Hotel Papel Edições.


4. Por um mundo melhor


A editora de literatura infantil Emonautas aposta na criação de um mundo melhor, baseado no amor e respeito a si mesmo, a responsabilidade, a sustentabilidade e o respeito ao meio ambiente. Assim que preparou um pacote especial que inclui três livros para crianças a partir de cinco anos, com as respectivas guias pedagógicas escritos entre 2016 e 2017. A editora vai doar um conto a Cruz Vermelha para cada pacote vendido.


O primeiro é ‘O casaco de Jana’, um conto que trata sobre a auto-estima, da identidade pessoal e como ser você mesmo. O conto ‘o Que acontece com o planeta?’ aborda a situação ambiental a partir de uma perspectiva divertida e compreensível para os pequenos a partir de seis anos: desde o aquecimento global, o efeito estufa, a poluição, o desmatamento ou o que você pode fazer para cuidar do planeta. E, por último, ‘Se eu tivesse uma palheta’ conta a história de um porco-espinho que vai descobrir o que é a auto-estima e o quão importante é aprender a cuidar de si mesmo e dizer não de vez em quando.


5. O peixe Arco-íris


Trata-Se de um conto para crianças de dois a seis anos, que transmite valores como a amizade, o egoísmo e a importância de partilhar e ser solidário com os outros. Seu autor e ilustrador Marcus Pfister, nascido na Suíça, sobre o mundo marinho para os mais pequenos, e mostra como alguém pode chegar a sentir-se muito só, apesar de sua beleza. O conto, da Editora Beascoa escrito em 2013, mostra o peixe mais bonito do oceano com escamas brilhantes de todas as cores e também um peixe orgulhoso e vaidoso que, por não compartilhar vai ficando sem amigos.


Da mesma coleção foram lançados títulos como ‘O peixe Arco-íris volta a casa” em 2014 ou o último lançado neste ano ‘não vamos Jogar para o esconderijo peixe Arco-íris?’.

Imagem: Eu gosto de ler

6. Super-herói. Manual de Instruções


Este conto escrito por Kristy Dempsey e ilustrada por Mark se econtra dirige-se a crianças a partir dos três anos que, através de sete passos simples se transformam em super-heróis de carne e osso, com poderes extraordinários. Neste divertido manual, publicado em 2017 por Anaya, trabalha aspectos como a empatia, a tolerância, a justiça, a solidariedade, o companheirismo ou a generosidade. Além disso, os pequenos poderão saber qual é o veículo escolhido por sua personagem e ajudá-lo a salvar o mundo.


7. A árvore da escola


Há livros que guardam os temas cheios de força a que o leitor chega através de uma pequena história, e que esta empurra a ver muito mais do que a aparência mostra. Este exemplar, escrito por Antonio Sandoval, ilustrado por Emilio Urberuaga em 2016 e editado pela Kalandraka, é uma oportunidade para apreciar as árvores, pensar o cuidado de que necessitam e o tratamento respeitoso para com eles. Você também pode dar lugar a repensar os pátios escolares, como são e o que acontece neles, assim como a importância e as razões para ter árvores nas cidades. A história fala também da iniciativa pessoal, o trabalho em grupo, a generosidade, os acordos em conjunto e a vida que cresce.

Imagem: GoodNCrazy

8. Eu sou diferente, mas tal como tu.


Este conto editado em 2009 pela CREENA (Centro de Recursos de Educação Especial de Navarra), conta de forma simples, a história de João, um menino que estuda na primária e que tem T. G. D (transtorno global do desenvolvimento). O livro, elaborado por Susana Neves, mãe de um menino com síndrome de Asperger, tem como principal objetivo ajudar todas as crianças “normais” para entender a crianças com autismo. Uma simples forma de entender que todos somos diferentes e no fundo nós somos iguais, uma visão mais ampla e solidária a todos aqueles que têm alguma deficiência. Você pode adquirir de forma gratuita descargándolo aqui.


9. Contos do Mundo


Esta coleção publicada em 2004 pela Cáritas é uma pequena contribuição para o conhecimento de uma sociedade que a cada dia é mais multiétnica. Através dos contos, os menores se aproximarão diferentes culturas, aprender que existem outras costumes e crenças e que todas, sendo diferentes, têm o mesmo valor. O primeiro título ‘Abenyonhú’ é uma história mágica que fala do amor entre Dangbé (o deus pitão transformada em arco-íris) e uma menina na África central.


Esta ONG tem outras guias para que os educadores trabalhem com crianças valores como a solidariedade e a igualdade , através de jogos e contos como ‘O Reino dos sonhos’ ou ‘A lenda do pote de metal’.


10. Contos para crianças: guia de clássicos e novos


A ONG Oxfam Intermón deixa baixar de graça um guia de contos para crianças, alguns clássicos e outros novos que convidam a explorar novos mundos e experimentar novas sensações. Esta guia publicado pela Oxfam Intermón em 2017 permite que, graças aos protagonistas dos contos os meninos e meninas entre 0 e 12 anos de descobrir e assimilar valores como a amizade, o respeito, a solidariedade, a cooperação, a igualdade, desde ‘João e Maria’, que mostra como um irmão e uma irmã colaboram para salvar-se mutuamente e o conseguem graças aos seus esforços conjuntos, até ‘Cinderela’ que mostra que apenas aquele que é sincero consigo mesmo atinge a sua recompensa.