Ah, os anos 60! Talvez seja muito MadMen na minha cabeça, mas tenho tido vontade de sair todos os dias de batom vermelho, delineado gatinha, coque pro alto e uma saia bem rodada e acinturada!
O engraçado é que eu estou com os anos 50 e 60 na cabeça faz semanas, pensando em como abordar essa paixão aqui pra vocês, quando vejo que os ventos sopram ao meu favor ao abrir o Fashion Gone Rogue! Me deparei com um ensaio que tá uma coisa tão rica e fina e abençoada por Santa Cher que vim até trazer aqui pras amigue dona de casa. Take a look:
Como pode um peixe vivo, minha gente? Coisa linda demais!
Se a amigue dona de casa tá em dúvida de como ser linda assim sem as doletas e obamas da conta de Olivia Palermo, me abraça e não se desespera! Pra dar uma de pin up repaginada sem gastar muito é só apostar nas saias mais rodadas e plissadas (as araras da C&A tão bombando) e nas camisas/blusinhas de seda combinadas que nunca estiveram tão baratas e fáceis de encontrar. Um revezamento da sapatilha com o salto também pode ajudar!
E no make, já sabe: olhinho básico com um delineado marcadinho e boca bem marcante. Pra fechar tudo como uma diva, rola agregar aquele voluminho ondulado amigo no cabelo que dá pra produzir dormindo de coque e desfiando a raiz rapidinho pela manhã. Pronto – tá diva sem desespero!
E vocês? Curtem essa estética também ou acham que o que passou passou e tá na hora de se jogar no Gaguismo modernete?
Ps: Vamos brincar de fazer uma errata? Quando eu digo anos 60, deveria ter me explicado, tô falando da segunda metade dos anos 50, primeira dos 60 – época em que se passa o começo de Mad Men. É uma época em que o rodado e volumoso dos 50 tava misturando-se aos comprimentos diminuidos e linhas retas do 60. Deveria ter sido mais clara e passei vergonha no Facebook, my mistake.
Mas também não podemos nos iludir que até 1959 a mulherada usou uma coisa e de repente acordou em 1º de janeiro de 1960 e trocou todo o guarda roupas, não é? A passagem de tempo na moda é suave e evolutiva, mesmo que quando a gente olhe pra trás tudo pareça tão bem delimitado e agrupado. É igual na arte, na literatura ou em qualquer produção criativa em que as influências se contaminam – acho importante dizer isso porque é o erro mais comum que encontrei tanto na Faculdade de Letras quanto na de Design na hora do pessoal aprender os conceitos históricos. Então cês me perdoam?











































